O valor das coisas não está no tempo que duram mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis
quarta-feira, novembro 29, 2006
terça-feira, outubro 10, 2006
A Energia do AMOR
Existem momentos em que gostaríamos muito de ajudar quem amamos muito, mas não podemos fazer nada. Ou as circunstâncias não permitem que nos aproximemos, ou a pessoa está fechada para qualquer gesto de solidariedade e apoio.
Então, resta-nos apenas o amor.
Nos momentos em que tudo é inútil, ainda podemos amar - sem esperar recompensas, mudanças, agradecimentos.
Se conseguirmos agir desta maneira, a energia do amor começa a transformar o universo à nossa volta. Quando esta energia aparece, consegue sempre realizar o seu trabalho.
O amor transforma, o amor cura.
Mas às vezes, o amor constrói armadilhas mortais, e termina destruindo a pessoa que resolveu entregar-se por completo.
Que sentimento complexo é este que - no fundo - é a única razão para continuarmos vivos, lutando, procurando melhorar? Seria uma irresponsabilidade tentar defini-lo, porque, como todo o resto dos seres humanos, eu apenas consigo senti-lo. Milhares de livros são escritos, peças teatrais encenadas, filmes produzidos, poesias criadas, esculturas talhadas na madeira ou no mármore, e mesmo assim, tudo que o artista pode passar é a idéia de um sentimento - não o sentimento em si.
Mas eu aprendi que este sentimento está presente nas pequenas coisas, e se manifesta na mais insignificante das atitudes que tomamos, portanto é preciso ter o amor sempre em mente, quando agimos ou quando deixamos de agir.
Pegar o telefone e dizer a palavra de carinho que adiamos.
Abrir a porta e deixar entrar quem precisa de nossa ajuda.
Aceitar um emprego. Abandonar um emprego.
Tomar a decisão que estávamos deixando para depois.
Pedir perdão por um erro que cometemos e que não nos deixa em paz.
Exigir um direito que temos.
Abrir uma conta no florista, que é mais importante que o joalheiro.
Pôr a música bem alta quando a pessoa amada estiver longe, baixar o volume quando ela estiver perto.
Saber dizer "sim" e "não", porque o amor lida com todas as energias do homem.
Descobrir um desporto que possa ser praticado a dois.
Não seguir nenhuma receita, nem mesmo as que estão neste parágrafo - porque o amor precisa de criatividade.
E quando nada disso for possível, quando o que resta é apenas a solidão, então lembrar-se de uma história que um leitor me enviou certa vez:
"Uma rosa sonhava dia a noite com a companhia das abelhas, mas nenhuma vinha pousar em suas pétalas. A flor, entretanto, continuava a sonhar: durante suas longas noites, imaginava um céu onde voavam muitas abelhas, que vinham carinhosamente beijá-la. Desta maneira, conseguia resistir até ao dia seguinte, quando tornava a abrir-se com a luz do sol.
Certa noite, conhecendo a solidão da rosa, a lua perguntou:
- Você não está cansada de esperar?
- Talvez. Mas preciso continuar lutando.
- Porquê?
- Porque, se eu não me abrir, eu murcho."
Nos momentos onde a solidão parece esmagar toda a beleza, a única maneira de resistir é continuarmos abertos.
PAULO COELHO
Então, resta-nos apenas o amor.
Nos momentos em que tudo é inútil, ainda podemos amar - sem esperar recompensas, mudanças, agradecimentos.
Se conseguirmos agir desta maneira, a energia do amor começa a transformar o universo à nossa volta. Quando esta energia aparece, consegue sempre realizar o seu trabalho.
O amor transforma, o amor cura.
Mas às vezes, o amor constrói armadilhas mortais, e termina destruindo a pessoa que resolveu entregar-se por completo.
Que sentimento complexo é este que - no fundo - é a única razão para continuarmos vivos, lutando, procurando melhorar? Seria uma irresponsabilidade tentar defini-lo, porque, como todo o resto dos seres humanos, eu apenas consigo senti-lo. Milhares de livros são escritos, peças teatrais encenadas, filmes produzidos, poesias criadas, esculturas talhadas na madeira ou no mármore, e mesmo assim, tudo que o artista pode passar é a idéia de um sentimento - não o sentimento em si.
Mas eu aprendi que este sentimento está presente nas pequenas coisas, e se manifesta na mais insignificante das atitudes que tomamos, portanto é preciso ter o amor sempre em mente, quando agimos ou quando deixamos de agir.
Pegar o telefone e dizer a palavra de carinho que adiamos.
Abrir a porta e deixar entrar quem precisa de nossa ajuda.
Aceitar um emprego. Abandonar um emprego.
Tomar a decisão que estávamos deixando para depois.
Pedir perdão por um erro que cometemos e que não nos deixa em paz.
Exigir um direito que temos.
Abrir uma conta no florista, que é mais importante que o joalheiro.
Pôr a música bem alta quando a pessoa amada estiver longe, baixar o volume quando ela estiver perto.
Saber dizer "sim" e "não", porque o amor lida com todas as energias do homem.
Descobrir um desporto que possa ser praticado a dois.
Não seguir nenhuma receita, nem mesmo as que estão neste parágrafo - porque o amor precisa de criatividade.
E quando nada disso for possível, quando o que resta é apenas a solidão, então lembrar-se de uma história que um leitor me enviou certa vez:
"Uma rosa sonhava dia a noite com a companhia das abelhas, mas nenhuma vinha pousar em suas pétalas. A flor, entretanto, continuava a sonhar: durante suas longas noites, imaginava um céu onde voavam muitas abelhas, que vinham carinhosamente beijá-la. Desta maneira, conseguia resistir até ao dia seguinte, quando tornava a abrir-se com a luz do sol.
Certa noite, conhecendo a solidão da rosa, a lua perguntou:
- Você não está cansada de esperar?
- Talvez. Mas preciso continuar lutando.
- Porquê?
- Porque, se eu não me abrir, eu murcho."
Nos momentos onde a solidão parece esmagar toda a beleza, a única maneira de resistir é continuarmos abertos.
PAULO COELHO
domingo, agosto 27, 2006
Um pedaço do meu amor !!!!!
Queridos amigos,
como devem ter percebido, estive de férias....
Agradeço a todos as carinhosas palavras que me foram deixando e às quais ainda não tive tempo de responder pois só cheguei há meia duzia de horas!
E como voltei cheia de saudades e com um grande "jet-lag" é com enorme prazer que vos dou a conhecer um cheirinho do meu amor:
"Una noche llena de lluvia, relámpagos sonoros y nubes choronas que se anunciaban aquí y allá, vinimos a tomarnos una margarita de fresa, tu, y un tequila, yo, para disfrutar el odor de la tierra mojada, de la tierra mia.
Y entre trago y trago, lluvia y lluvia, disfrutábamos también de la escandalosa exhuberancia de las flores del San Angel Inn.
Una margarita de fresa bastó para que "porquê" disfrutara las delicias del Caviar Mexicano... Tortilla con salsa y guacamole... y en medio dos cucharadas de ESCAMOLES.
"Escamoles?", preguntó.
Platillo de reyes, fue la respuesta. Hueva de hormiga que hizo las delicias en su paladar".
Qué rico !!!!!!! sem comentários......
como devem ter percebido, estive de férias....
Agradeço a todos as carinhosas palavras que me foram deixando e às quais ainda não tive tempo de responder pois só cheguei há meia duzia de horas!
E como voltei cheia de saudades e com um grande "jet-lag" é com enorme prazer que vos dou a conhecer um cheirinho do meu amor:
"Una noche llena de lluvia, relámpagos sonoros y nubes choronas que se anunciaban aquí y allá, vinimos a tomarnos una margarita de fresa, tu, y un tequila, yo, para disfrutar el odor de la tierra mojada, de la tierra mia.
Y entre trago y trago, lluvia y lluvia, disfrutábamos también de la escandalosa exhuberancia de las flores del San Angel Inn.
Una margarita de fresa bastó para que "porquê" disfrutara las delicias del Caviar Mexicano... Tortilla con salsa y guacamole... y en medio dos cucharadas de ESCAMOLES.
"Escamoles?", preguntó.
Platillo de reyes, fue la respuesta. Hueva de hormiga que hizo las delicias en su paladar".
Qué rico !!!!!!! sem comentários......
domingo, julho 09, 2006
À revelia
"Perguntaste-me se gostei de estar contigo na cama, se me entusiasmei mais do que uma vez nessa noite, se foste o único homem que amei realmente, se a teu lado não preciso de mais nada ou de ninguém.
Ouve: uma mulher quando já viveu alguma coisa, já lhe parece ter experimentado todos os grandes sentimentos, os melhores e os piores, e um dia fica baralhada, deixa de saber avaliar, comparar, eleger.
Tens que ser forte: não sei se gosto mais de ti do que gostei do meu anterior marido nem se o amei de verdade ou apenas o usei para me curar da última ferida.
Quem disse que o amor não acaba, se acrescenta? E depois há esta indignidade recorrente, que não quero somar aos meus já muitos defeitos de carácter e que consiste em negar o que já se viveu, os beijos que nos levaram daqui e os momentos de absoluta felicidade que passámos com outros, só por causa de um desfecho feio.
Não há desfechos bonitos, vê a Vida! Já viste alguém que tenha alguma vez escapado à imortalidade? Os desfechos são sempre feios e não estou só a falar da morte; o ódio que se vive no momento da ruptura, por vingança ou questões prácticas, como o dinheiro ou o faqueiro de prata, é tão desalmado que pode apagar o que de bonito se passou entre dois seres.
Assim é com toda a gente que passou pela nossa vida para nos dar céu ou inferno, felicidade ou mágoa. No entanto, contemplando por vezes uma cena num filme ou numa praia, há algo de outra pessoa que nos chega à revelia para nos despertar uma saudade indizível.
E não se trata de solidão: pode acontecer ao lado de qualquer pessoa e inclusivamente ao teu, como nessa noite em que quiseste arroubo, respostas e garantias, e eu estava distraída a pensar no sorriso tão ternamente maroto que o meu ex-marido esboçava quando era apanhado a mentir.
Vês? Não era nada de muito bom para me comover ou de suficientemente mau para subjugar; era só uma pequena e, porventura, absurda característica que me encantava nele e que, na última vez em que estivemos juntos, tu e eu, foi o suficiente para já não te querer.
Sim, ouviste bem: “última vez”.
E só porque nessa noite a presença de um intruso na nossa cama me demonstrou que tu sabes mentir melhor do que ele e que, por isso, o intruso eras tu, afinal."
Rita Ferro
Ouve: uma mulher quando já viveu alguma coisa, já lhe parece ter experimentado todos os grandes sentimentos, os melhores e os piores, e um dia fica baralhada, deixa de saber avaliar, comparar, eleger.
Tens que ser forte: não sei se gosto mais de ti do que gostei do meu anterior marido nem se o amei de verdade ou apenas o usei para me curar da última ferida.
Quem disse que o amor não acaba, se acrescenta? E depois há esta indignidade recorrente, que não quero somar aos meus já muitos defeitos de carácter e que consiste em negar o que já se viveu, os beijos que nos levaram daqui e os momentos de absoluta felicidade que passámos com outros, só por causa de um desfecho feio.
Não há desfechos bonitos, vê a Vida! Já viste alguém que tenha alguma vez escapado à imortalidade? Os desfechos são sempre feios e não estou só a falar da morte; o ódio que se vive no momento da ruptura, por vingança ou questões prácticas, como o dinheiro ou o faqueiro de prata, é tão desalmado que pode apagar o que de bonito se passou entre dois seres.
Assim é com toda a gente que passou pela nossa vida para nos dar céu ou inferno, felicidade ou mágoa. No entanto, contemplando por vezes uma cena num filme ou numa praia, há algo de outra pessoa que nos chega à revelia para nos despertar uma saudade indizível.
E não se trata de solidão: pode acontecer ao lado de qualquer pessoa e inclusivamente ao teu, como nessa noite em que quiseste arroubo, respostas e garantias, e eu estava distraída a pensar no sorriso tão ternamente maroto que o meu ex-marido esboçava quando era apanhado a mentir.
Vês? Não era nada de muito bom para me comover ou de suficientemente mau para subjugar; era só uma pequena e, porventura, absurda característica que me encantava nele e que, na última vez em que estivemos juntos, tu e eu, foi o suficiente para já não te querer.
Sim, ouviste bem: “última vez”.
E só porque nessa noite a presença de um intruso na nossa cama me demonstrou que tu sabes mentir melhor do que ele e que, por isso, o intruso eras tu, afinal."
Rita Ferro
terça-feira, junho 20, 2006
Solidão
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo...isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar...isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos...isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida...isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmose procuramos em vão pela nossa alma...
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar...isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos...isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida...isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmose procuramos em vão pela nossa alma...
segunda-feira, maio 29, 2006
Não deixem morrer os sonhos
"Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem destrói o seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajecto, quem não muda as marcas no supermercado, não arrisca vestir uma cor nova, não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o "preto no branco" e os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam o brilho nos olhos, sorrisos, corações aos tropeções, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projecto antes de iniciá-lo, não tentando um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!"
Pablo Neruda
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajecto, quem não muda as marcas no supermercado, não arrisca vestir uma cor nova, não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o "preto no branco" e os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam o brilho nos olhos, sorrisos, corações aos tropeções, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projecto antes de iniciá-lo, não tentando um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!"
Pablo Neruda
quinta-feira, abril 27, 2006
Compromisso com a vida
O grande poder do ser humano está na sua capacidade de tomar decisões.
Cada decisão que tomamos permite-nos modificar o futuro e o passado.
Escolher, porém, significa comprometer-se.
Quando alguém faz uma escolha, deve lembrar-se que o caminho a ser percorrido vai ser muito diferente do caminho imaginado.
Escolher significa: "bem, eu sei onde quero chegar".
A partir daí, é preciso estar atento ao mundo, porque uma decisão deflagra uma série de eventos inesperados.
Compromete-te com a tua decisão, seja ela no campo afectivo, profissional ou espiritual;
tudo o que tua decisão precisa é a tua vontade de seguir em frente.
De resto, ela mesma te tomará pelas mãos e te mostrará o melhor caminho.
Paulo Coelho
Cada decisão que tomamos permite-nos modificar o futuro e o passado.
Escolher, porém, significa comprometer-se.
Quando alguém faz uma escolha, deve lembrar-se que o caminho a ser percorrido vai ser muito diferente do caminho imaginado.
Escolher significa: "bem, eu sei onde quero chegar".
A partir daí, é preciso estar atento ao mundo, porque uma decisão deflagra uma série de eventos inesperados.
Compromete-te com a tua decisão, seja ela no campo afectivo, profissional ou espiritual;
tudo o que tua decisão precisa é a tua vontade de seguir em frente.
De resto, ela mesma te tomará pelas mãos e te mostrará o melhor caminho.
Paulo Coelho
sábado, abril 01, 2006
13 conselhos para a vida
No dia em que recebi a triste notícia da doença de um grande amigo, acho que fazem todo o sentido.....
1 – Eu não te amo pelo que tu és mas pelo que eu sou quando estou contigo
2 – Ninguém merece as tuas lágrimas e se alguém as merecer não te fará certamente chorar
3 – Se alguém não te amar como tu desejas, isso não quer dizer que essa pessoa não te ame com todo o seu coração
4 – O verdadeiro amigo é aquele que segura a tua mão e toca o teu coração
5 – A pior maneira de sentires a falta de alguém é sentares-te a seu lado e saberes que essa pessoa nunca estará a teu lado
6 – Não deixes de sorrir mesmo que estejas triste porque não sabes quem poderá apaixonar-se pelo teu sorriso
7 – Talvez para a generalidade das pessoas tu não sejas senão mais um, mas para certas pessoas és todo o mundo!
8 – Não percas tempo com quem não está disponível para passar algum tempo contigo
9 – Talvez Deus queira que tu conheças certas pessoas más antes de conheceres a pessoa certa para que tu possas ficar grato quando enfim a tiveres encontrado
10 – Não chores porque alguma coisa terminou, sorri porque aconteceu.....
11 – Haverá sempre alguém que te critica, mas continua a manter-te confiante e a dar atenção àqueles em quem confias
12 – Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te que sabem bem quem és tu antes de conheceres alguém e de esperares que eles vejam quem tu és
13 – Não corras demasiado, as melhores coisas chegam quando menos se espera!
TUDO O QUE CHEGA, CHEGA SEMPRE POR ALGUMA RAZÃO....
1 – Eu não te amo pelo que tu és mas pelo que eu sou quando estou contigo
2 – Ninguém merece as tuas lágrimas e se alguém as merecer não te fará certamente chorar
3 – Se alguém não te amar como tu desejas, isso não quer dizer que essa pessoa não te ame com todo o seu coração
4 – O verdadeiro amigo é aquele que segura a tua mão e toca o teu coração
5 – A pior maneira de sentires a falta de alguém é sentares-te a seu lado e saberes que essa pessoa nunca estará a teu lado
6 – Não deixes de sorrir mesmo que estejas triste porque não sabes quem poderá apaixonar-se pelo teu sorriso
7 – Talvez para a generalidade das pessoas tu não sejas senão mais um, mas para certas pessoas és todo o mundo!
8 – Não percas tempo com quem não está disponível para passar algum tempo contigo
9 – Talvez Deus queira que tu conheças certas pessoas más antes de conheceres a pessoa certa para que tu possas ficar grato quando enfim a tiveres encontrado
10 – Não chores porque alguma coisa terminou, sorri porque aconteceu.....
11 – Haverá sempre alguém que te critica, mas continua a manter-te confiante e a dar atenção àqueles em quem confias
12 – Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te que sabem bem quem és tu antes de conheceres alguém e de esperares que eles vejam quem tu és
13 – Não corras demasiado, as melhores coisas chegam quando menos se espera!
TUDO O QUE CHEGA, CHEGA SEMPRE POR ALGUMA RAZÃO....
sexta-feira, março 17, 2006
Doce pássaro da juventude
Doce amor da juventude, perdoa-me porque as correntezas das paixões carregam-me de um lado para o outro.
Neste momento eu devo entregar-me sem tentar entender o que acontece no meu coração.
Mas quando estas correntezas enfraquecerem, este doce amor irá permanecer.
E mesmo que tudo acabe, basta que o amor sobreviva e eu sobreviverei também.
Entretanto, se tudo permanecer menos o amor, o Universo passará a ser um estranho para mim.
O amor muda como as folhas das árvores no outono.
E se eu for capaz de entender isto, serei capaz de amar.
Emily Bronte
Neste momento eu devo entregar-me sem tentar entender o que acontece no meu coração.
Mas quando estas correntezas enfraquecerem, este doce amor irá permanecer.
E mesmo que tudo acabe, basta que o amor sobreviva e eu sobreviverei também.
Entretanto, se tudo permanecer menos o amor, o Universo passará a ser um estranho para mim.
O amor muda como as folhas das árvores no outono.
E se eu for capaz de entender isto, serei capaz de amar.
Emily Bronte
domingo, fevereiro 19, 2006
Felicidade
Muita gente tem medo da felicidade.
Para essas pessoas, ser feliz implica mudar uma série de hábitos e perder a sua própria identidade.
Muitas vezes julgamo-nos indignos das coisas boas que acontecem connosco.
Não aceitamos porque aceitá-las dá-nos a sensação de que ficamos a dever alguma coisa à vida! E pensamos que é melhor não provar a alegria porque, quando esta nos faltar iremos sofrer muito.
Por medo de diminuir, deixamos de crescer.
Por medo de chorar, deixamos de rir.....
Para essas pessoas, ser feliz implica mudar uma série de hábitos e perder a sua própria identidade.
Muitas vezes julgamo-nos indignos das coisas boas que acontecem connosco.
Não aceitamos porque aceitá-las dá-nos a sensação de que ficamos a dever alguma coisa à vida! E pensamos que é melhor não provar a alegria porque, quando esta nos faltar iremos sofrer muito.
Por medo de diminuir, deixamos de crescer.
Por medo de chorar, deixamos de rir.....
domingo, fevereiro 05, 2006
Há a noite e o dia
Há a noite e o dia.
E também há inúmeras horas de lusco-fusco, horas sem sol nem luz que de facto ilumine, em que as sombras e os objectos deformados, por isso mesmo, nos dizem, a nós que vivemos aqui neste inverno, que a diferença entre a noite e o dia às vezes é pequena demais.
A noite e o dia costumam ser uma das metáforas fáceis para exprimir a dualidade constitutiva da realidade.
Serve, por um lado, para ilustrar a polaridade de muitos fenómenos com que nos confrontamos e, por outro, para destacar, se a isso estivermos dispostos, a complementaridade das coisas que, num movimento perpétuo e incontrolável, apresentam configurações diferentes.
Alguns de nós tendem a ver e a reter apenas um dos aspectos.
Para muitos, talvez mesmo a maioria, a metáfora do dia e da noite está sempre próxima da invernia, dos dias curtos, das noites longas, da luminosidade baça e só serve como imagem de acentuação de diferenças inconciliáveis e quase tristes.
O dia é a claridade ofuscante e tudo o resto que não chega lá, nem pode chegar, cabe na categoria da noite essa sim, com os cambiantes todos que medeiam entre o breu e o chumbo.
Depois, há a visão dinâmica da mesma coisa. A compreensão, não só da sequência das horas e dos dias, mas também do ritmo das estações, das mudanças que acontecem porque sim, sem intervenção nossa, sem paragens nem descanso. Os dias limpos, as noites gloriosas, os pores-do sol para guardar como recordação, o sol do meio-dia a quase ferir a terra e a pele e tudo o resto que é imenso, colorido, belo e tão conhecido como mágico. Parece injusto que as pessoas, tantas pessoas, de uma realidade complexa, mesmo que expressa numa metáfora simples, escolham a perspectiva mais imóvel, mais derrotista e que, ainda por cima, menos lhes convém.
Sabemos todos que a seguir à noite vem o dia, que o inverno acaba e um verão esplendoroso há-de chegar, um qualquer dia. Desse conhecimento incontornável, aproveitamos pouco quando se trata de o aplicar a nós, à nossa vida, aos nossos insucessos e infelicidades. Somos capazes de jurar, cheios de convicção, que depois do último desastre pessoal a vida será definitivamente trágica ou insignificante, que o sol não poderá jamais nascer e brilhar para nós, que estamos destinados a caminhar nas trevas porque elas existem, nós também e há um plano universal montado para que assim seja.
Para lá do absurdo da coisa, para lá da dor virulenta e depressiva em que, de facto, tantas vezes se mergulha, tem de estar a certeza que, mesmo sem nenhum mérito da nossa parte, o sol nasce todas as manhãs. Apenas porque assim é.
Eu pessoalmente acredito que na vida nada acontece por acaso e que, quando somos postos à prova enfrentando situações mais difíceis de superar, teremos concerteza um futuro mais risonho à nossa frente!
A experiência não deve sobrepôr-se à esperança!!!!
E vocês? Concordam?
E também há inúmeras horas de lusco-fusco, horas sem sol nem luz que de facto ilumine, em que as sombras e os objectos deformados, por isso mesmo, nos dizem, a nós que vivemos aqui neste inverno, que a diferença entre a noite e o dia às vezes é pequena demais.
A noite e o dia costumam ser uma das metáforas fáceis para exprimir a dualidade constitutiva da realidade.
Serve, por um lado, para ilustrar a polaridade de muitos fenómenos com que nos confrontamos e, por outro, para destacar, se a isso estivermos dispostos, a complementaridade das coisas que, num movimento perpétuo e incontrolável, apresentam configurações diferentes.
Alguns de nós tendem a ver e a reter apenas um dos aspectos.
Para muitos, talvez mesmo a maioria, a metáfora do dia e da noite está sempre próxima da invernia, dos dias curtos, das noites longas, da luminosidade baça e só serve como imagem de acentuação de diferenças inconciliáveis e quase tristes.
O dia é a claridade ofuscante e tudo o resto que não chega lá, nem pode chegar, cabe na categoria da noite essa sim, com os cambiantes todos que medeiam entre o breu e o chumbo.
Depois, há a visão dinâmica da mesma coisa. A compreensão, não só da sequência das horas e dos dias, mas também do ritmo das estações, das mudanças que acontecem porque sim, sem intervenção nossa, sem paragens nem descanso. Os dias limpos, as noites gloriosas, os pores-do sol para guardar como recordação, o sol do meio-dia a quase ferir a terra e a pele e tudo o resto que é imenso, colorido, belo e tão conhecido como mágico. Parece injusto que as pessoas, tantas pessoas, de uma realidade complexa, mesmo que expressa numa metáfora simples, escolham a perspectiva mais imóvel, mais derrotista e que, ainda por cima, menos lhes convém.
Sabemos todos que a seguir à noite vem o dia, que o inverno acaba e um verão esplendoroso há-de chegar, um qualquer dia. Desse conhecimento incontornável, aproveitamos pouco quando se trata de o aplicar a nós, à nossa vida, aos nossos insucessos e infelicidades. Somos capazes de jurar, cheios de convicção, que depois do último desastre pessoal a vida será definitivamente trágica ou insignificante, que o sol não poderá jamais nascer e brilhar para nós, que estamos destinados a caminhar nas trevas porque elas existem, nós também e há um plano universal montado para que assim seja.
Para lá do absurdo da coisa, para lá da dor virulenta e depressiva em que, de facto, tantas vezes se mergulha, tem de estar a certeza que, mesmo sem nenhum mérito da nossa parte, o sol nasce todas as manhãs. Apenas porque assim é.
Eu pessoalmente acredito que na vida nada acontece por acaso e que, quando somos postos à prova enfrentando situações mais difíceis de superar, teremos concerteza um futuro mais risonho à nossa frente!
A experiência não deve sobrepôr-se à esperança!!!!
E vocês? Concordam?
terça-feira, janeiro 17, 2006
...um dia de cada vez
Queridos amigos virtuais,
queria agradecer a todos o apoio e compreensão que me dedicaram durante este período de ausência. Certamente entenderam que não estava nas melhores condições para escrever.
Não me sinto ainda a cem por cento mas sei que lá chegarei.
2005 terminou para mim da pior maneira mas sinto que 2006 vai acabar em grande e para isso contarei também como vosso apoio!
A todos um muito obrigada e um excelente 2006.
Este texto do Miguel Esteves Cardoso traduz aquilo que eu mais desejo para este ano: Sossegar!!!!
"O que eu mais queria neste mundo era sossegar. É um verbo que é preciso redimir. Sossegar não é descansar, nem traz felicidade nem se assemelha senão superficialmente à paz ou à tranquilidade.
Não quero acalmar-me, ou serenar, ou assentar. O sossego é um estado de bonança. No Dicionário de Moraes descubro uns versos de Jorge de Lima:
Amo a velha paisagem bíblica
Que inda há-de baixar sobre a terra cansada
Para o sossego dos olhos esmagados
É preciso ler a Bíblia para perceber que a “paisagem bíblica” não é uma paisagem de paz mas de fé perante a conturbação. Não é o campo dos rebanhos. É o mar revoltoso que se abre, onde uns morreram e outros se salvaram e a voz de Deus não deixou que se cantasse.
E também um verso do conde de Monsaraz: “Tu és risonha, sossegada e pura”. A inveja que eu tenho dessa rapariga!
E lembro-me do sentido activo, tão bonito pela maneira como usa o verbo pôr, que parece contrariar o uso comum, do verso de Camões:
“Estavas linda, Inês, posta em sossego”, em que Inês está claramente acordada, num sobressalto de segurança em si própria, que a torna linda e temporária (“estavas” em vez de “eras” ou “és”).
O sossego é um estado de excepção, em que a alma vem ao encontro do corpo. Pode sossegar-se em momentos de grande agitação, de um acesso de amor, em que esse amor parece lucidez. É este o sossego com que sonho – uma presença consciente de verdade no que se sente -, oposto à parança estúpida, queda e adormecida, falsa, aquém da alerta. Não gosto do sossego como alívio ou interrupção.
Nem gosto da maneira como se usa o verbo “descansar”, que deveria significar repousar (recuperar as forças, etc) em vez de “sossegar”, como por exemplo: “Ainda bem que me avisaste, porque assim fico mais descansada”. É tão ridícilo como uma criada dizer:”A senhora não pode vir ao telefone porque está a sossegar”.
Numa das raras frases infelizes de Vieira, percebe-se o sentido negativo do sossego como ausência de preocupação, quando diz, com alguma redundância: “Todos se sossegaram num momento e se puseram na paz que vemos.” Nem num sentido (acalmar) nem noutro (apaziguar) existe sossego. É como chamar sossego ao silêncio.
Na época do stress e dos calmantes, das psicoterapias e das manias new age, sossegar foi destituido da sua beleza própria, da sua frescura, da sua actividade. Sossega mais o menino que ri do que o que dorme. Sossega mais o susto partilhado por dois namorados numa montanha russa, ou a bonança enquanto fazem amor, do que vê-los pascentar num banco de jardim, ou deitados numa cama, descansando depois de terem feito amor, inutilizados, estupidamente contentes, como mecânicos depois de o serviço estar feito.
Sossegar não é descansar – não é uma consequência do cansaço. Quando Rebelo da Silva, citado por Moraes, diz: “O coração não sossega, a vida cansa”, ambas as coisas são verdadeiras, mas a associação é enganadora, porque o coração não sossega por causa da vida cansar. Há cansaços bons. Não. O coração não sossega porque não tem com que sossegar.
Mais que a felicidade e a paz, o mundo precisa de sossegar. O sossegamento é a forma mais precisa de liberdade positiva – uma liberdade para sentir o que se sente e confiar no que se sente, e ter tempo, e vontade, e confiança no que se faz.
Quando se olha para o rosto de uma pessoa amada, ou se recebe dela um gesto de amor, sossega-se. Quando se sabe de antemão o que vai acontecer, ou como alguém se vai comportar, sossega-se. Quando se faz uma promessa ou um plano que sabemos que se irá cumprir, sossega-se. Isto é sossegar.
Quando dois amantes decidem ter um filho, por muito medo que isso possa provocar, sossega-se.
Quando aparece um amigo sem avisar, interrompendo tudo o que se tencionava fazer, sossega-se. Quando se está a lutar contra a injustiça e a maldade, com todas as forças que se tem, sossega-se. Quando se lê um poema ou uma história bonita, sossega-se. Quando se acredita em Deus. Isso, sim, é sossegar.
Gosto de sossegar como verbo transitivo. Sossegar só por si não chega. É mais bonito sossegar alguém. Quando se pede “sossega o meu coração” e se consegue sossegar. Quando se sai, quando se faz um esforço para sossegar alguém. E não é adormecendo ou tranquilizando, em jeito de médico a dar um sedativo, que se sossega uma pessoa. É enchendo-lhe a alma de amor, confiança, alegria, esperança e tudo o mais que é o presente a tornar-se, de repente, futuro. É o futuro que sossega. “Amanhã vamos passear” sossega mais do que “não te preocupe” ou “deixalá, que eu trato disso”.
A aquietação, como o sono, é uma espécie de morte. Sossegar não é jazer. É viver. Uma pessoa sossegada é capaz de deitar abaixo uma floresta. O sossego não é um descanso – é uma força. Não é estar isolado e longe, deixado em paz – é estar determinado no meio do turbilhãoda vida.
O sossego, é, em grande parte, uma expressão espiritual de segurança. Sossegar é saber com o que se conta, desde o azul do céu aos irmãos. O coração sossega em quem se conhece. Sossegar é conhecer uma totalidade, as coisas feias ou bonitas, mas previsíveis e familiares. É por isso que sossega olhar para um rosto amado, que se conhece, ouvir a voz dessa pessoa, mesmo quando está a dizer disparates. Não há falinhas mansas que tragam o sossego dos gritos de uma pessoa com quem se pode contar. É um alívio. Só a ordem pode sossegar, por muito alterosa que seja. A tempestade sossega o marinheiro que conhece bem o barco e o mar.
Não é o que diz a minha mãe que me sossega – é a minha mãe. Não são as palavras – é a voz. Não é ela estar aqui ao pé de mim – é saber que ela lá está.
No nosso tempo as pessoas querem o sossego menos das sopas e do descanso. Serem “deixadas” de alguma forma ou de outra. “Eu quero é que me deixem em paz”. Querem fugir. Querem ir para o campo. Meditar. Descobrir o “eu” interior. Mas a solidão e o silêncio não sossegam. Para isso mais vale tomar um Lexotan.
Só os outros nos podem sossegar. Só no meio da vida, em plena acção, se pode, vale a pena, estar sossegado. O “eu” interior é uma algazarra de desasossego. Para mais, árida e desinteressante. O budismo de trazer por casa que invadiu a nossa cultura, uma espécie de narcisismo espiritual, traduz uma noção repugnante de superioridade. Os outros podem ser o inferno, mas cada indivíduo ainda o é mais.
Não me saem da cabeça os instantes, poucos, em que me senti sossegar – e foi sempre graças a outra pessoa, vista ou lida, conhecida ou desconhecida, viva ou morta, menina ou crescida, sábia ou maluca, próxima ou longínqua, mas sempre presente, mais presente que eu próprio. Eu próprio, por defeito talvez, não consigo lá chegar. Nunca encontrei o sossego nos outros – foram sempre os outros que me sossegaram. E quase nunca deliberadamente.
Lembro-me, em particular, de um momento que consistiu apenas em olhar para alguém e sentir que tudo nela me era querido e conhecido e familiar.
Não há no mundo paisagem como o rosto da pessoa amada, sobretudo quando está agitado, a rir-se ou a zangar-se, desprevenido, apanhado nos olhos como se estivesse dentro deles já. Sentir essa mistura de perdição e de proximidade é verdadeiramente sossegar.
Não são as mentiras, por muito boas, que sossegam. Só a verdade. Às vezes sossega ouvir “odeio-te! ” em vez de “amo-te!”, se “odeio-te!” for dito com amor e com verdade, e “amo-te” com preguiça, por hábito, ou expressamente para nos sossegar.
No outro dia, quando perguntei a alguém que amo, se queria vir jantar, em vez de dizer “não posso”, por isto ou por aquilo, disse apenas “não”. E sossegou-me. Quando se está sossegado aguenta-se tudo. A tristeza torna-se pequena. O mundo reduz-se à dimensão que tem.
O que mais queria na vida era sossegar. Não há diferença entre correr atrás das estrelas e ficar na cama a apascentar. O desasossego em que vivemos deve-se, pelo menos em parte, à nossa imcompreensão do que é, na pura verdade, sossegar e à cobardia e ausência de vontade de tentar alcançá-la, entregando-nos nas mãos de quem nos pode ajudar.
Que ao menos seja esta a causa do nosso desasossego, porque tudo o mais que queremos ou pensamos querer (a felicidade, a realização, o prazer, a tranquilidade) ao pé do puro sossego não é possível – e, se calhar, nem sequer é verdade."
Então? sossegaram????
queria agradecer a todos o apoio e compreensão que me dedicaram durante este período de ausência. Certamente entenderam que não estava nas melhores condições para escrever.
Não me sinto ainda a cem por cento mas sei que lá chegarei.
2005 terminou para mim da pior maneira mas sinto que 2006 vai acabar em grande e para isso contarei também como vosso apoio!
A todos um muito obrigada e um excelente 2006.
Este texto do Miguel Esteves Cardoso traduz aquilo que eu mais desejo para este ano: Sossegar!!!!
"O que eu mais queria neste mundo era sossegar. É um verbo que é preciso redimir. Sossegar não é descansar, nem traz felicidade nem se assemelha senão superficialmente à paz ou à tranquilidade.
Não quero acalmar-me, ou serenar, ou assentar. O sossego é um estado de bonança. No Dicionário de Moraes descubro uns versos de Jorge de Lima:
Amo a velha paisagem bíblica
Que inda há-de baixar sobre a terra cansada
Para o sossego dos olhos esmagados
É preciso ler a Bíblia para perceber que a “paisagem bíblica” não é uma paisagem de paz mas de fé perante a conturbação. Não é o campo dos rebanhos. É o mar revoltoso que se abre, onde uns morreram e outros se salvaram e a voz de Deus não deixou que se cantasse.
E também um verso do conde de Monsaraz: “Tu és risonha, sossegada e pura”. A inveja que eu tenho dessa rapariga!
E lembro-me do sentido activo, tão bonito pela maneira como usa o verbo pôr, que parece contrariar o uso comum, do verso de Camões:
“Estavas linda, Inês, posta em sossego”, em que Inês está claramente acordada, num sobressalto de segurança em si própria, que a torna linda e temporária (“estavas” em vez de “eras” ou “és”).
O sossego é um estado de excepção, em que a alma vem ao encontro do corpo. Pode sossegar-se em momentos de grande agitação, de um acesso de amor, em que esse amor parece lucidez. É este o sossego com que sonho – uma presença consciente de verdade no que se sente -, oposto à parança estúpida, queda e adormecida, falsa, aquém da alerta. Não gosto do sossego como alívio ou interrupção.
Nem gosto da maneira como se usa o verbo “descansar”, que deveria significar repousar (recuperar as forças, etc) em vez de “sossegar”, como por exemplo: “Ainda bem que me avisaste, porque assim fico mais descansada”. É tão ridícilo como uma criada dizer:”A senhora não pode vir ao telefone porque está a sossegar”.
Numa das raras frases infelizes de Vieira, percebe-se o sentido negativo do sossego como ausência de preocupação, quando diz, com alguma redundância: “Todos se sossegaram num momento e se puseram na paz que vemos.” Nem num sentido (acalmar) nem noutro (apaziguar) existe sossego. É como chamar sossego ao silêncio.
Na época do stress e dos calmantes, das psicoterapias e das manias new age, sossegar foi destituido da sua beleza própria, da sua frescura, da sua actividade. Sossega mais o menino que ri do que o que dorme. Sossega mais o susto partilhado por dois namorados numa montanha russa, ou a bonança enquanto fazem amor, do que vê-los pascentar num banco de jardim, ou deitados numa cama, descansando depois de terem feito amor, inutilizados, estupidamente contentes, como mecânicos depois de o serviço estar feito.
Sossegar não é descansar – não é uma consequência do cansaço. Quando Rebelo da Silva, citado por Moraes, diz: “O coração não sossega, a vida cansa”, ambas as coisas são verdadeiras, mas a associação é enganadora, porque o coração não sossega por causa da vida cansar. Há cansaços bons. Não. O coração não sossega porque não tem com que sossegar.
Mais que a felicidade e a paz, o mundo precisa de sossegar. O sossegamento é a forma mais precisa de liberdade positiva – uma liberdade para sentir o que se sente e confiar no que se sente, e ter tempo, e vontade, e confiança no que se faz.
Quando se olha para o rosto de uma pessoa amada, ou se recebe dela um gesto de amor, sossega-se. Quando se sabe de antemão o que vai acontecer, ou como alguém se vai comportar, sossega-se. Quando se faz uma promessa ou um plano que sabemos que se irá cumprir, sossega-se. Isto é sossegar.
Quando dois amantes decidem ter um filho, por muito medo que isso possa provocar, sossega-se.
Quando aparece um amigo sem avisar, interrompendo tudo o que se tencionava fazer, sossega-se. Quando se está a lutar contra a injustiça e a maldade, com todas as forças que se tem, sossega-se. Quando se lê um poema ou uma história bonita, sossega-se. Quando se acredita em Deus. Isso, sim, é sossegar.
Gosto de sossegar como verbo transitivo. Sossegar só por si não chega. É mais bonito sossegar alguém. Quando se pede “sossega o meu coração” e se consegue sossegar. Quando se sai, quando se faz um esforço para sossegar alguém. E não é adormecendo ou tranquilizando, em jeito de médico a dar um sedativo, que se sossega uma pessoa. É enchendo-lhe a alma de amor, confiança, alegria, esperança e tudo o mais que é o presente a tornar-se, de repente, futuro. É o futuro que sossega. “Amanhã vamos passear” sossega mais do que “não te preocupe” ou “deixalá, que eu trato disso”.
A aquietação, como o sono, é uma espécie de morte. Sossegar não é jazer. É viver. Uma pessoa sossegada é capaz de deitar abaixo uma floresta. O sossego não é um descanso – é uma força. Não é estar isolado e longe, deixado em paz – é estar determinado no meio do turbilhãoda vida.
O sossego, é, em grande parte, uma expressão espiritual de segurança. Sossegar é saber com o que se conta, desde o azul do céu aos irmãos. O coração sossega em quem se conhece. Sossegar é conhecer uma totalidade, as coisas feias ou bonitas, mas previsíveis e familiares. É por isso que sossega olhar para um rosto amado, que se conhece, ouvir a voz dessa pessoa, mesmo quando está a dizer disparates. Não há falinhas mansas que tragam o sossego dos gritos de uma pessoa com quem se pode contar. É um alívio. Só a ordem pode sossegar, por muito alterosa que seja. A tempestade sossega o marinheiro que conhece bem o barco e o mar.
Não é o que diz a minha mãe que me sossega – é a minha mãe. Não são as palavras – é a voz. Não é ela estar aqui ao pé de mim – é saber que ela lá está.
No nosso tempo as pessoas querem o sossego menos das sopas e do descanso. Serem “deixadas” de alguma forma ou de outra. “Eu quero é que me deixem em paz”. Querem fugir. Querem ir para o campo. Meditar. Descobrir o “eu” interior. Mas a solidão e o silêncio não sossegam. Para isso mais vale tomar um Lexotan.
Só os outros nos podem sossegar. Só no meio da vida, em plena acção, se pode, vale a pena, estar sossegado. O “eu” interior é uma algazarra de desasossego. Para mais, árida e desinteressante. O budismo de trazer por casa que invadiu a nossa cultura, uma espécie de narcisismo espiritual, traduz uma noção repugnante de superioridade. Os outros podem ser o inferno, mas cada indivíduo ainda o é mais.
Não me saem da cabeça os instantes, poucos, em que me senti sossegar – e foi sempre graças a outra pessoa, vista ou lida, conhecida ou desconhecida, viva ou morta, menina ou crescida, sábia ou maluca, próxima ou longínqua, mas sempre presente, mais presente que eu próprio. Eu próprio, por defeito talvez, não consigo lá chegar. Nunca encontrei o sossego nos outros – foram sempre os outros que me sossegaram. E quase nunca deliberadamente.
Lembro-me, em particular, de um momento que consistiu apenas em olhar para alguém e sentir que tudo nela me era querido e conhecido e familiar.
Não há no mundo paisagem como o rosto da pessoa amada, sobretudo quando está agitado, a rir-se ou a zangar-se, desprevenido, apanhado nos olhos como se estivesse dentro deles já. Sentir essa mistura de perdição e de proximidade é verdadeiramente sossegar.
Não são as mentiras, por muito boas, que sossegam. Só a verdade. Às vezes sossega ouvir “odeio-te! ” em vez de “amo-te!”, se “odeio-te!” for dito com amor e com verdade, e “amo-te” com preguiça, por hábito, ou expressamente para nos sossegar.
No outro dia, quando perguntei a alguém que amo, se queria vir jantar, em vez de dizer “não posso”, por isto ou por aquilo, disse apenas “não”. E sossegou-me. Quando se está sossegado aguenta-se tudo. A tristeza torna-se pequena. O mundo reduz-se à dimensão que tem.
O que mais queria na vida era sossegar. Não há diferença entre correr atrás das estrelas e ficar na cama a apascentar. O desasossego em que vivemos deve-se, pelo menos em parte, à nossa imcompreensão do que é, na pura verdade, sossegar e à cobardia e ausência de vontade de tentar alcançá-la, entregando-nos nas mãos de quem nos pode ajudar.
Que ao menos seja esta a causa do nosso desasossego, porque tudo o mais que queremos ou pensamos querer (a felicidade, a realização, o prazer, a tranquilidade) ao pé do puro sossego não é possível – e, se calhar, nem sequer é verdade."
Então? sossegaram????
terça-feira, novembro 22, 2005
Carta ao Pai Natal
Este ano vou pedir ao Pai Natal
que te ponha frente a frente comigo
e me peças, olhos nos olhos,
que eu esqueça os momentos que passámos juntos,
que esqueça que tu existes
e que comece a pensar que o nosso amor nunca existiu!
Vou pedir-lhe também
que te retire a máscara que tens usado
para seres transparente comigo
para que eu consiga entender-te!
Vou pedir-lhe que me traga as forças
que eu preciso para arrumar num cantinho
o nosso amor
Não me atrevo a pedir que me faça esquecer-te
pois é impossível esquecer alguém
que ficou gravado no coração
e que deixou as suas marcas....
Apenas lhe pedirei que,
apesar da mágoa,
não deixe morrer
a minha alegria de viver!
Para quem nunca pediu nada
estarei a pedir demais?????
que te ponha frente a frente comigo
e me peças, olhos nos olhos,
que eu esqueça os momentos que passámos juntos,
que esqueça que tu existes
e que comece a pensar que o nosso amor nunca existiu!
Vou pedir-lhe também
que te retire a máscara que tens usado
para seres transparente comigo
para que eu consiga entender-te!
Vou pedir-lhe que me traga as forças
que eu preciso para arrumar num cantinho
o nosso amor
Não me atrevo a pedir que me faça esquecer-te
pois é impossível esquecer alguém
que ficou gravado no coração
e que deixou as suas marcas....
Apenas lhe pedirei que,
apesar da mágoa,
não deixe morrer
a minha alegria de viver!
Para quem nunca pediu nada
estarei a pedir demais?????
quinta-feira, novembro 10, 2005
O teu sorriso
Meu amor,
Tenho que me render...
nada, de facto, acontece por acaso....
Se eu pudesse....
hoje gostaria de recorrer a alguém,
capaz de me responder,
Porque razão,
cada vez que eu encontro forças para me desligar de ti,
sou confrontada com forças superiores
Que me fazem ficar do teu lado?
Nos últimos dias
fiz uma tentativa, infrutífera, de me afastar
De te deixar de uma vez por todas...
De não mais te incomodar....
De não mais pressionar....
Mas.....
porque razão hoje
percebi eu na tua voz
que não estavas bem?
porque razão não resisti a
perguntar-te o que se passava????
E porque me senti
fraca e triste ao ouvir-te dizer que não estavas muito bem?....
Porquê hoje?
Porquê na altura em que sentia forças e coragem?
Porque não na próxima semana?
ou no próximo mês????
Porquê precisamente no momento
em que estou cansada
do teu silêncio, da tua ausência,
da minha ignorância em relação a tanto que se passa na tua cabeça....
Só pode ser porque esse “alguém”
não quer mesmo que eu me decida,
que me desligue de ti,
que te vire as costas....
que te deixe com os teus problemas....
Esse “alguém”
conhece-me bem
sabe que eu sou uma mulher dedicada,
amiga, apaixonada....
e que jamais te largaria no meio do deserto
sem ninguém a quem recorrer
Não pedes apoio
mas as tuas atitudes demonstram bem
o quanto aprecias a minha preocupação,
o quanto gostas das minhas artimanhas para te ver feliz,
a minha vontade de ver o teu sorriso,
a tua boa disposição...
Chego ao final do dia feliz,
feliz por sentir que, apesar de tudo,
consegui arrancar-te um sorriso muito especial para mim...
Adorei esse sorriso...
É esse o nosso sorriso;
Sei que não apaguei a fonte dos teus problemas
mas sei que, por breves instantes,
consegui fazer com que desligasses
e voltasses a ti mesmo....
a nós....
Chego ao final do dia feliz,
mas com a mesma dúvida
a dançar na minha consciência.....
até quando?
Tenho que me render...
nada, de facto, acontece por acaso....
Se eu pudesse....
hoje gostaria de recorrer a alguém,
capaz de me responder,
Porque razão,
cada vez que eu encontro forças para me desligar de ti,
sou confrontada com forças superiores
Que me fazem ficar do teu lado?
Nos últimos dias
fiz uma tentativa, infrutífera, de me afastar
De te deixar de uma vez por todas...
De não mais te incomodar....
De não mais pressionar....
Mas.....
porque razão hoje
percebi eu na tua voz
que não estavas bem?
porque razão não resisti a
perguntar-te o que se passava????
E porque me senti
fraca e triste ao ouvir-te dizer que não estavas muito bem?....
Porquê hoje?
Porquê na altura em que sentia forças e coragem?
Porque não na próxima semana?
ou no próximo mês????
Porquê precisamente no momento
em que estou cansada
do teu silêncio, da tua ausência,
da minha ignorância em relação a tanto que se passa na tua cabeça....
Só pode ser porque esse “alguém”
não quer mesmo que eu me decida,
que me desligue de ti,
que te vire as costas....
que te deixe com os teus problemas....
Esse “alguém”
conhece-me bem
sabe que eu sou uma mulher dedicada,
amiga, apaixonada....
e que jamais te largaria no meio do deserto
sem ninguém a quem recorrer
Não pedes apoio
mas as tuas atitudes demonstram bem
o quanto aprecias a minha preocupação,
o quanto gostas das minhas artimanhas para te ver feliz,
a minha vontade de ver o teu sorriso,
a tua boa disposição...
Chego ao final do dia feliz,
feliz por sentir que, apesar de tudo,
consegui arrancar-te um sorriso muito especial para mim...
Adorei esse sorriso...
É esse o nosso sorriso;
Sei que não apaguei a fonte dos teus problemas
mas sei que, por breves instantes,
consegui fazer com que desligasses
e voltasses a ti mesmo....
a nós....
Chego ao final do dia feliz,
mas com a mesma dúvida
a dançar na minha consciência.....
até quando?
quarta-feira, novembro 02, 2005
Apanhada de surpresa
Apanhaste-me de surpresa...
Quando eu menos esperava....
Quando menos queria envolver-me com alguém...
Não queria entregar-me e sofrer de novo,
Não acreditava em príncipes encantados.
Não estava preparada para receber tanto amor,
Queria resolver todas as minhas inseguranças
E um dia, então, se viesse a acontecer....
Mas nada foi como eu tinha imaginado!
A princípio fui saboreando o encanto
de saber que encantava alguém....
Não imaginava sequer o alcance da nossa história,
Pois tudo não passava de uma brincadeira.
A tua persistência começou a convencer-me,
O brilho nos teus olhos,
A expressão ÚNICA da tua boca
Não te deixavam mentir....
Senti que podia confiar em ti,
E não me enganei.....
Aos poucos comecei a sentir-me diferente,
Uma pessoa rejuvesnecida!
Comecei a sentir o que é ser verdadeiramente importante para alguém!
Recuei no tempo, recuei no pensamento e.....
Deixei-me ir....
É tão reconfortante sabermos que existe alguém
Que pensa em nós a cada minuto....
Eu achava isso impossível, até ao dia em que comecei a sentir o mesmo!
Sentia-me uma jovem adolescente
a viver o seu primeiro sonho “cor-de-rosa”.
Quando, um dia, me perguntaste
como eu achava que iria terminar o nosso sonho,
lembro-me de te responder “não quero que acabe”!
Como poderia querer que acabasse?
É difícil pôr um ponto final
a um amor que continua correspondido,
Não consigo fechar uma porta
que teima em ficar entreaberta....
Não quero desligar,
Não quero dizer adeus!
Quero ficar...
e mostrar-te o quanto continuas a ser importante para mim,
Quero ficar do teu lado
e oferecer-te todo o meu apoio!
Quero ser feliz ao teu lado,
Quero fazer-te feliz......
E assim vou vivendo,
um dia de cada vez....
Por hoje, é o que sinto.....
Um grande beijo!!!
Quando eu menos esperava....
Quando menos queria envolver-me com alguém...
Não queria entregar-me e sofrer de novo,
Não acreditava em príncipes encantados.
Não estava preparada para receber tanto amor,
Queria resolver todas as minhas inseguranças
E um dia, então, se viesse a acontecer....
Mas nada foi como eu tinha imaginado!
A princípio fui saboreando o encanto
de saber que encantava alguém....
Não imaginava sequer o alcance da nossa história,
Pois tudo não passava de uma brincadeira.
A tua persistência começou a convencer-me,
O brilho nos teus olhos,
A expressão ÚNICA da tua boca
Não te deixavam mentir....
Senti que podia confiar em ti,
E não me enganei.....
Aos poucos comecei a sentir-me diferente,
Uma pessoa rejuvesnecida!
Comecei a sentir o que é ser verdadeiramente importante para alguém!
Recuei no tempo, recuei no pensamento e.....
Deixei-me ir....
É tão reconfortante sabermos que existe alguém
Que pensa em nós a cada minuto....
Eu achava isso impossível, até ao dia em que comecei a sentir o mesmo!
Sentia-me uma jovem adolescente
a viver o seu primeiro sonho “cor-de-rosa”.
Quando, um dia, me perguntaste
como eu achava que iria terminar o nosso sonho,
lembro-me de te responder “não quero que acabe”!
Como poderia querer que acabasse?
É difícil pôr um ponto final
a um amor que continua correspondido,
Não consigo fechar uma porta
que teima em ficar entreaberta....
Não quero desligar,
Não quero dizer adeus!
Quero ficar...
e mostrar-te o quanto continuas a ser importante para mim,
Quero ficar do teu lado
e oferecer-te todo o meu apoio!
Quero ser feliz ao teu lado,
Quero fazer-te feliz......
E assim vou vivendo,
um dia de cada vez....
Por hoje, é o que sinto.....
Um grande beijo!!!
terça-feira, outubro 25, 2005
À minha melhor AMIGA
Querida amiga,
Se não nos tivesses deixado, inesperadamente, há 8 anos, completarias hoje 37 anos....
Gostaria hoje de te prestar uma simbólica homenagem, de que és muito merecedora!
É verdade, já passaram 8 anos, mas a tua presença acompanha-me diariamente.
O teu sorriso constante, a tua boa disposição, a tua alegria de viver contagiaram-me e fizeram de mim grande parte do que sou hoje. Uma parte de ti vive em mim, e isso deixa-me feliz. As tuas marcas não me deixam esquecer-te...
Éramos as maiores amigas....
....Mas hoje tu continuas a ser a minha melhor amiga, aquela que me conhecia por dentro e por fora, que ao mínimo som da minha voz já sabia se eu estava bem ou mal, aquela que me animava nos momentos mais difíceis e que me alegrava nos momentos de diversão....
Mas quis o destino pôr-me à prova e fazer com que eu suportasse a dor e a agonia de viver sem a tua presença....Será egoísmo da minha parte não querer aceitar que tu partisses?
Não sei... sei que passei por momentos insuportáveis mas nesses momentos descobri novos amigos....Recebi apoio de muitas pessoas que não estava à espera mas também me desiludi com outras pessoas....É assim a vida!
Tu ensinaste-me uma grande lição, ensinaste-me a saborear um dia de cada vez, ensinaste-me a desejar estar sempre bem com toda a gente, sorrir ao despedir-me...
Jamais me esquecerei das nossas últimas palavras, da nossa despedida, do último dia que estivémos juntas...Tudo ficou gravado no meu coração e nada nem ninguém irá apagar essa feliz memória....
Eu sei que tu sabes que penso muito em ti e que tu fazes parte das minhas orações.
Eu sinto que, estejas onde estiveres, estás a olhar por mim e a fazer tudo o que está ao teu alcance para que eu seja feliz...
Quando olho para o céu e vejo o teu sorriso no cintilar “daquela” estrela, sei que és tu a iluminar o meu caminho....
Obrigada querida amiga!
Eu continuo a não deixar que se esqueçam de ti!
Se não nos tivesses deixado, inesperadamente, há 8 anos, completarias hoje 37 anos....
Gostaria hoje de te prestar uma simbólica homenagem, de que és muito merecedora!
É verdade, já passaram 8 anos, mas a tua presença acompanha-me diariamente.
O teu sorriso constante, a tua boa disposição, a tua alegria de viver contagiaram-me e fizeram de mim grande parte do que sou hoje. Uma parte de ti vive em mim, e isso deixa-me feliz. As tuas marcas não me deixam esquecer-te...
Éramos as maiores amigas....
....Mas hoje tu continuas a ser a minha melhor amiga, aquela que me conhecia por dentro e por fora, que ao mínimo som da minha voz já sabia se eu estava bem ou mal, aquela que me animava nos momentos mais difíceis e que me alegrava nos momentos de diversão....
Mas quis o destino pôr-me à prova e fazer com que eu suportasse a dor e a agonia de viver sem a tua presença....Será egoísmo da minha parte não querer aceitar que tu partisses?
Não sei... sei que passei por momentos insuportáveis mas nesses momentos descobri novos amigos....Recebi apoio de muitas pessoas que não estava à espera mas também me desiludi com outras pessoas....É assim a vida!
Tu ensinaste-me uma grande lição, ensinaste-me a saborear um dia de cada vez, ensinaste-me a desejar estar sempre bem com toda a gente, sorrir ao despedir-me...
Jamais me esquecerei das nossas últimas palavras, da nossa despedida, do último dia que estivémos juntas...Tudo ficou gravado no meu coração e nada nem ninguém irá apagar essa feliz memória....
Eu sei que tu sabes que penso muito em ti e que tu fazes parte das minhas orações.
Eu sinto que, estejas onde estiveres, estás a olhar por mim e a fazer tudo o que está ao teu alcance para que eu seja feliz...
Quando olho para o céu e vejo o teu sorriso no cintilar “daquela” estrela, sei que és tu a iluminar o meu caminho....
Obrigada querida amiga!
Eu continuo a não deixar que se esqueçam de ti!
segunda-feira, outubro 24, 2005
Nada acontece por acaso
“Coincidências são pequenos milagres em que Deus prefere ficar incógnito”
Disseste-me há dias “nada acontece por acaso”
É verdade e tu bem sabes o quanto eu acredito....
Não foi por acaso que nos conhecemos!
Ambos sabemos as voltas que eu dei para estar naquele dia, àquela hora, naquele local;
O desenrolar da minha vida apontava para que eu não estivesse lá, porém, não foi por acaso que “alguém” quis que os nossos caminhos se cruzassem e que, como dizes, o meu olhar prendesse o teu!
Não foi por acaso que nos conhecemos precisamente naquele ano.
Bastaria termo-nos conhecido meio ano antes e a nossa história não se teria desenrolado da mesma maneira.....é que não estavam reunidas as condições para nos aproximarmos!
Não foi por acaso que poucos dias após me teres conhecido sonhaste connosco!
E não foi por acaso que, naquele final de tarde de Inverno, sem nada termos combinado, nos cruzámos
E acredita que não foi por acaso que evitei falar-te
Logo.... não foi por acaso que pressentiste a minha presença lá
E não foi certamente por acaso que no dia seguinte quiseste dizer-me que sentiste o meu perfume...
E mais uma vez não foi por acaso que, contra a minha maneira de ser, te ocultei que te tinha visto.....
Não foi por acaso que fiquei feliz quando recebi a tua primeira mensagem
E não foi por acaso que de repente começaste a ocupar-me o pensamento;
Não foi por acaso que senti vontade de te desafiar para um café à beira mar
E acredito que também não foi por acaso que, duas pessoas tão desinibidas, de repente não sabiam que rumo dar à conversa.....
E não foi por acaso que naquele jantar, com tantos olhos em cima de nós, partilhámos, felizes, um “sorvete de limão”!!!!
Não foi por acaso que, nessa noite, alguém me disse que nós somos muito cúmplices, que os nossos gestos se fundiam e que qualquer coisa se passava connosco....
Não foi por acaso que insisti contigo nessa noite para que me contasses o teu sonho lindo....
E não foi por acaso que me arrepiei ao ouvir-te contá-lo....
E só posso acreditar que não foi por acaso que nessa noite, inexplicavelmente, senti um desejo de conhecer o sabor do teu beijo e os nossos beijos se fundiam enquanto ouvíamos os “Maná”
E... não foi por acaso que na semana seguinte te arrepiaste ao ouvir essa mesma música num restaurante....
Não era por acaso que eu me sentia sempre acompanhada por ti, mesmo quando estávamos longe....
Não era por acaso que eu recebia uma mensagem tua no mesmo instante em que tu recebias uma mensagem minha...
Não era por acaso que eu lia o teu pensamento e tu o meu!
E não era por acaso que eu te ligava quando tu estavas com o telefone na mão para me telefonares....
Não é por acaso que dizemos que funcionamos como um íman.....
Não era por acaso que tu vias sinais meus espalhados por todo o lado e tudo te fazia lembrar-me.
Não foi por acaso que escolhi o CD da Joss Stone para te oferecer....
Não foi por acaso que fomos felizes TODOS os momentos que passámos juntos....
Não foi por acaso que pela primeira vez na vida senti uma alegria imensa num acto banal de abrir uma garrafa de champanhe....
Não é por acaso que estamos sempre na brincadeira.....
Enfim... NADA do que se passou, e continua a passar entre nós, é por acaso.....
São tantos os “milagres”.....que simplesmente o nosso amor não pode ser “por acaso”......
“Cada pessoa que passa na nossa vida é única. Deixa sempre um pouco de si e leva um pouco de nós.
Há os que levam muito, mas não há os que deixaram nada.
Esta é a maior responsabilidade da nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso.”
Disseste-me há dias “nada acontece por acaso”
É verdade e tu bem sabes o quanto eu acredito....
Não foi por acaso que nos conhecemos!
Ambos sabemos as voltas que eu dei para estar naquele dia, àquela hora, naquele local;
O desenrolar da minha vida apontava para que eu não estivesse lá, porém, não foi por acaso que “alguém” quis que os nossos caminhos se cruzassem e que, como dizes, o meu olhar prendesse o teu!
Não foi por acaso que nos conhecemos precisamente naquele ano.
Bastaria termo-nos conhecido meio ano antes e a nossa história não se teria desenrolado da mesma maneira.....é que não estavam reunidas as condições para nos aproximarmos!
Não foi por acaso que poucos dias após me teres conhecido sonhaste connosco!
E não foi por acaso que, naquele final de tarde de Inverno, sem nada termos combinado, nos cruzámos
E acredita que não foi por acaso que evitei falar-te
Logo.... não foi por acaso que pressentiste a minha presença lá
E não foi certamente por acaso que no dia seguinte quiseste dizer-me que sentiste o meu perfume...
E mais uma vez não foi por acaso que, contra a minha maneira de ser, te ocultei que te tinha visto.....
Não foi por acaso que fiquei feliz quando recebi a tua primeira mensagem
E não foi por acaso que de repente começaste a ocupar-me o pensamento;
Não foi por acaso que senti vontade de te desafiar para um café à beira mar
E acredito que também não foi por acaso que, duas pessoas tão desinibidas, de repente não sabiam que rumo dar à conversa.....
E não foi por acaso que naquele jantar, com tantos olhos em cima de nós, partilhámos, felizes, um “sorvete de limão”!!!!
Não foi por acaso que, nessa noite, alguém me disse que nós somos muito cúmplices, que os nossos gestos se fundiam e que qualquer coisa se passava connosco....
Não foi por acaso que insisti contigo nessa noite para que me contasses o teu sonho lindo....
E não foi por acaso que me arrepiei ao ouvir-te contá-lo....
E só posso acreditar que não foi por acaso que nessa noite, inexplicavelmente, senti um desejo de conhecer o sabor do teu beijo e os nossos beijos se fundiam enquanto ouvíamos os “Maná”
E... não foi por acaso que na semana seguinte te arrepiaste ao ouvir essa mesma música num restaurante....
Não era por acaso que eu me sentia sempre acompanhada por ti, mesmo quando estávamos longe....
Não era por acaso que eu recebia uma mensagem tua no mesmo instante em que tu recebias uma mensagem minha...
Não era por acaso que eu lia o teu pensamento e tu o meu!
E não era por acaso que eu te ligava quando tu estavas com o telefone na mão para me telefonares....
Não é por acaso que dizemos que funcionamos como um íman.....
Não era por acaso que tu vias sinais meus espalhados por todo o lado e tudo te fazia lembrar-me.
Não foi por acaso que escolhi o CD da Joss Stone para te oferecer....
Não foi por acaso que fomos felizes TODOS os momentos que passámos juntos....
Não foi por acaso que pela primeira vez na vida senti uma alegria imensa num acto banal de abrir uma garrafa de champanhe....
Não é por acaso que estamos sempre na brincadeira.....
Enfim... NADA do que se passou, e continua a passar entre nós, é por acaso.....
São tantos os “milagres”.....que simplesmente o nosso amor não pode ser “por acaso”......
“Cada pessoa que passa na nossa vida é única. Deixa sempre um pouco de si e leva um pouco de nós.
Há os que levam muito, mas não há os que deixaram nada.
Esta é a maior responsabilidade da nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso.”
segunda-feira, outubro 17, 2005
Amar em silêncio
Apartir de hoje vai ser assim....
vou amar-te em silêncio,
Não vou mais insistir,
Não vou mais procurar-te.
Continuarei a desejar-te
e a recordar todos os momentos que vivemos juntos;
guardarei em mim o teu cheiro,
o teu carinho e o amor que ainda sentes por mim....
Continuarei a sonhar com um futuro risonho
Que se atreve, ainda, a esperar por nós!
Continuarei a pensar em ti a cada momento,
Continuarei a sonhar connosco, dia e noite.
Continuarei a deitar-me a pensar em ti
e a acordar contigo no meu pensamento.
Continuarei à espera de um telefonema,
Uma mensagem, qualquer sinal vindo de ti....
Continuarei a enviar-te, em pensamento,
a minha mensagem de bom dia
e continuarei a acreditar
que também tu, em pensamento,
me enviaste o teu habitual “bom-dia”.
À noite, continuarei a ouvir a nossa radio
e continuarei a acender as velas
para te imaginar ali ao meu lado,
para recordar os nossos momentos mágicos.
Continuarei sempre ligada a ti,
sempre acompanhada pelas tuas lembranças!!!
Continuo a amar-te mas....
num silêncio sufocante,
num desespero de ter que fingir
que não quero o que mais desejo.
Resta-me o consolo de saber
que os meus olhos não me deixarão mentir,
Não me deixarão ser hipócrita
E que tu vais perceber no meu sorriso o meu amor por ti!
Se ainda me queres, eu estou aqui!
E tudo o que fores, eu serei assim...
Se ainda me queres, não será o fim....
vou amar-te em silêncio,
Não vou mais insistir,
Não vou mais procurar-te.
Continuarei a desejar-te
e a recordar todos os momentos que vivemos juntos;
guardarei em mim o teu cheiro,
o teu carinho e o amor que ainda sentes por mim....
Continuarei a sonhar com um futuro risonho
Que se atreve, ainda, a esperar por nós!
Continuarei a pensar em ti a cada momento,
Continuarei a sonhar connosco, dia e noite.
Continuarei a deitar-me a pensar em ti
e a acordar contigo no meu pensamento.
Continuarei à espera de um telefonema,
Uma mensagem, qualquer sinal vindo de ti....
Continuarei a enviar-te, em pensamento,
a minha mensagem de bom dia
e continuarei a acreditar
que também tu, em pensamento,
me enviaste o teu habitual “bom-dia”.
À noite, continuarei a ouvir a nossa radio
e continuarei a acender as velas
para te imaginar ali ao meu lado,
para recordar os nossos momentos mágicos.
Continuarei sempre ligada a ti,
sempre acompanhada pelas tuas lembranças!!!
Continuo a amar-te mas....
num silêncio sufocante,
num desespero de ter que fingir
que não quero o que mais desejo.
Resta-me o consolo de saber
que os meus olhos não me deixarão mentir,
Não me deixarão ser hipócrita
E que tu vais perceber no meu sorriso o meu amor por ti!
Se ainda me queres, eu estou aqui!
E tudo o que fores, eu serei assim...
Se ainda me queres, não será o fim....
sábado, outubro 08, 2005
Sou feliz.....
Sou feliz meu amor, continuo apaixonada por ti...
Disseste-me hoje que eu ando muito inspirada, como quem insinua que a minha alegria será causada por terceiros.
Sabes bem que não tens motivos para tanta insegurança.
Sabes bem que TU és a fonte da minha alegria e boa disposição.
Foi essa alegria que te cativou, foi por essa alegria que te apaixonaste e é essa alegria que faço questão de manter, custe o que custar!
Continuo a arranjar forças para te enfrentar, porque te quero muito e sinto que também tu me queres na tua vida. Só não sabes como tornar esse sonho uma realidade para nós!
Vou buscar forças à minha intuição, àquilo que sinto no teu olhar...ao teu silêncio...ao desejo que sinto em ti quando me olhas...
Ouço uma voz interior que me diz: “não desistas, sê forte e luta por aquilo que realmente queres”!
Apesar da minha felicidade, as saudades apertam....
Que saudades dos tempos em que éramos inocentes e acreditávamos que a nossa história jamais iria terminar.
Como era sincera e total a nossa entrega! E tão autêntica que conseguíamos desligar do mundo que nos rodeava e das nossas realidades que teimavam em aparecer na hora da despedida.....
Porque me custa tanto aceitar o que se está a passar connosco?
Talvez porque sinto que o amor, a paixão, a dedicação, a cumplicidade, a amizade ainda se mantêm de ambos os lados...E isso torna tudo mais insuportável e mais difícil de aceitar!!!!
Eu vou-te demonstrando que ainda não desisti e sinto que isso te dá algum conforto...
É isso que me faz não desistir já....
Enquanto comandares o meu coração,
Enquanto não tiveres coragem de me pedir para te esquecer...
eu estarei aqui e continuo a sonhar....
Disseste-me hoje que eu ando muito inspirada, como quem insinua que a minha alegria será causada por terceiros.
Sabes bem que não tens motivos para tanta insegurança.
Sabes bem que TU és a fonte da minha alegria e boa disposição.
Foi essa alegria que te cativou, foi por essa alegria que te apaixonaste e é essa alegria que faço questão de manter, custe o que custar!
Continuo a arranjar forças para te enfrentar, porque te quero muito e sinto que também tu me queres na tua vida. Só não sabes como tornar esse sonho uma realidade para nós!
Vou buscar forças à minha intuição, àquilo que sinto no teu olhar...ao teu silêncio...ao desejo que sinto em ti quando me olhas...
Ouço uma voz interior que me diz: “não desistas, sê forte e luta por aquilo que realmente queres”!
Apesar da minha felicidade, as saudades apertam....
Que saudades dos tempos em que éramos inocentes e acreditávamos que a nossa história jamais iria terminar.
Como era sincera e total a nossa entrega! E tão autêntica que conseguíamos desligar do mundo que nos rodeava e das nossas realidades que teimavam em aparecer na hora da despedida.....
Porque me custa tanto aceitar o que se está a passar connosco?
Talvez porque sinto que o amor, a paixão, a dedicação, a cumplicidade, a amizade ainda se mantêm de ambos os lados...E isso torna tudo mais insuportável e mais difícil de aceitar!!!!
Eu vou-te demonstrando que ainda não desisti e sinto que isso te dá algum conforto...
É isso que me faz não desistir já....
Enquanto comandares o meu coração,
Enquanto não tiveres coragem de me pedir para te esquecer...
eu estarei aqui e continuo a sonhar....
sábado, outubro 01, 2005
Minuto a minuto
Perguntaste-me hoje “e tu, como estás?” como se receasses que eu já te tivesse esquecido...
Como estou?
A viver uma tremenda confusão de pensamentos, emoções, sentimentos e desejos.
Tão depressa sinto que não quero tomar uma atitude drástica, que te quero e te desejo, que tenho força e coragem para continuar “do teu lado” como no minuto seguinte, por qualquer pequena atitude tua, já te insulto e te odeio.
É mesmo verdade que o amor e o ódio caminham lado a lado!
Como estou? Baralhada, confusa, perdida...
Vou “estando”, vou disfarçando e fazendo “das tripas coração” para não demonstrar o que sinto cá dentro.
Como estou? Estou assim....
Hoje acordei feliz porque sonhei contigo e por momentos consegui matar as saudades do nosso amor.
Acordei feliz porque te tinha preparado uma pequena “surpresa” e estava desejosa de ta dar.
Acordei tão feliz que me apeteceu enviar-te uma mensagem, consciente e preparada para não receber resposta. Mas eu já te conheço e sei bem qual seria a tua resposta. Opto por fazer de conta que a recebi.
Continuo bem, com toda a força do mundo para te enfrentar.
Mas no final do dia uma certa atitude tua faz-me mediatamente mudar a minha alegria e confiança.
E tudo se passa pela minha cabeça...
Estarei a ser egoísta? Será que tenho o direito de fazer o que me apetece depois de me comunicares a tua decisão?....tenho mais é que te respeitar....
Mas...é tão difícil tentar esquecer uma pessoa que sei que ainda me deseja.....Como é difícil esquecer alguém que ainda não me disse “esquece-me!”. Infelizmente o coração não obedece às ordens que a razão dita e os sentimentos não mudam de um dia para o outro....
Depois dou comigo a pensar que acabarei por me cansar desta situação e que talvez a tua atitude seja a mais correcta e vai acabar por me trazer à realidade. Afinal não sou masoquista, gosto de dar, de me entregar mas também gosto de receber.
E os meus pensamentos voltam a baralhar-se..... Afinal, tu és um homem sensível e é impossível ficares indiferente perante a tua própria atitude.
De repente já estou a sonhar acordada....Imagino-te à minha espera, abraças-me e beijas-me como costumavas fazer e dizes que vais passar comigo o fim-de-semana... e eu largo TUDO e todos e corro para os teus braços. Como é bom sonhar!
Vou vivendo o dia-a-dia e dentro de cada dia, sinto que vou vivendo minuto a minuto...Ora avançando, ora recuando; ora cheia de confiança, ora desanimada.
Mas sinto também que o destino está nas nossas mãos. Sempre acreditei em nós e num futuro risonho à nossa frente. Acredito que isso ainda poderá ser possível....e é esse sonho que me vai movendo e dando forças para enfrentar os maus momentos que passo sozinha.
Vou “estando”....
Sei que também tu não estás bem mas isso não me conforta, muito pelo contrário, sei que não estás bem porque estás a agir contra o sentimento que ainda te liga a mim, por isso...continuo a sonhar...E isso ninguém me impedirá de fazer.
É o amor que sinto por ti que me vai fazendo levantar de manhã e tentar enfrentar o dia com a energia e alegria que sempre tive. Foi por essa alegria que te apaixonaste!
Quero muito ser feliz, quero muito fazer-te feliz...
Não me quero precipitar expulsando-te prematuramente do meu coração.
Hoje ainda consigo ver a luz ao fundo do túnel.
O nosso amor não pode terminar assim... é bonito e sincero demais para acabar tão repentinamente.....
NÓS merecemos um outro desfecho.
Adoro-te meu amor,
Espero que ao menos encontres algum conforto nas minhas palavras, nas minhas certezas e na minha esperança em NÓS.
“Aquele” beijo que tu bem conheces.....
Como estou?
A viver uma tremenda confusão de pensamentos, emoções, sentimentos e desejos.
Tão depressa sinto que não quero tomar uma atitude drástica, que te quero e te desejo, que tenho força e coragem para continuar “do teu lado” como no minuto seguinte, por qualquer pequena atitude tua, já te insulto e te odeio.
É mesmo verdade que o amor e o ódio caminham lado a lado!
Como estou? Baralhada, confusa, perdida...
Vou “estando”, vou disfarçando e fazendo “das tripas coração” para não demonstrar o que sinto cá dentro.
Como estou? Estou assim....
Hoje acordei feliz porque sonhei contigo e por momentos consegui matar as saudades do nosso amor.
Acordei feliz porque te tinha preparado uma pequena “surpresa” e estava desejosa de ta dar.
Acordei tão feliz que me apeteceu enviar-te uma mensagem, consciente e preparada para não receber resposta. Mas eu já te conheço e sei bem qual seria a tua resposta. Opto por fazer de conta que a recebi.
Continuo bem, com toda a força do mundo para te enfrentar.
Mas no final do dia uma certa atitude tua faz-me mediatamente mudar a minha alegria e confiança.
E tudo se passa pela minha cabeça...
Estarei a ser egoísta? Será que tenho o direito de fazer o que me apetece depois de me comunicares a tua decisão?....tenho mais é que te respeitar....
Mas...é tão difícil tentar esquecer uma pessoa que sei que ainda me deseja.....Como é difícil esquecer alguém que ainda não me disse “esquece-me!”. Infelizmente o coração não obedece às ordens que a razão dita e os sentimentos não mudam de um dia para o outro....
Depois dou comigo a pensar que acabarei por me cansar desta situação e que talvez a tua atitude seja a mais correcta e vai acabar por me trazer à realidade. Afinal não sou masoquista, gosto de dar, de me entregar mas também gosto de receber.
E os meus pensamentos voltam a baralhar-se..... Afinal, tu és um homem sensível e é impossível ficares indiferente perante a tua própria atitude.
De repente já estou a sonhar acordada....Imagino-te à minha espera, abraças-me e beijas-me como costumavas fazer e dizes que vais passar comigo o fim-de-semana... e eu largo TUDO e todos e corro para os teus braços. Como é bom sonhar!
Vou vivendo o dia-a-dia e dentro de cada dia, sinto que vou vivendo minuto a minuto...Ora avançando, ora recuando; ora cheia de confiança, ora desanimada.
Mas sinto também que o destino está nas nossas mãos. Sempre acreditei em nós e num futuro risonho à nossa frente. Acredito que isso ainda poderá ser possível....e é esse sonho que me vai movendo e dando forças para enfrentar os maus momentos que passo sozinha.
Vou “estando”....
Sei que também tu não estás bem mas isso não me conforta, muito pelo contrário, sei que não estás bem porque estás a agir contra o sentimento que ainda te liga a mim, por isso...continuo a sonhar...E isso ninguém me impedirá de fazer.
É o amor que sinto por ti que me vai fazendo levantar de manhã e tentar enfrentar o dia com a energia e alegria que sempre tive. Foi por essa alegria que te apaixonaste!
Quero muito ser feliz, quero muito fazer-te feliz...
Não me quero precipitar expulsando-te prematuramente do meu coração.
Hoje ainda consigo ver a luz ao fundo do túnel.
O nosso amor não pode terminar assim... é bonito e sincero demais para acabar tão repentinamente.....
NÓS merecemos um outro desfecho.
Adoro-te meu amor,
Espero que ao menos encontres algum conforto nas minhas palavras, nas minhas certezas e na minha esperança em NÓS.
“Aquele” beijo que tu bem conheces.....
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